Amazonas é um dos únicos estados da federação onde o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST não se encontra organizado. Este fato acaba por produzir a falsa sensação de que no estado não haveria conflitos agrário. O que não corresponde à realidade. Temos no estado uma infinidade de casos de conflitos agrários, onde se destacam aqueles envolvendo comunidades ribeirinhas e/ou indígenas, latifundiários, grileiros, políticos conservadores e empresários do setor pesqueiro, madeireiros, empresas de mineração etc.
Estes conflitos possuem uma espécie de “invisibilidade” na medida em que não são pautados pela grande mídia. No entanto eles existem e, pior, estão se agravando vertiginosamente nos últimos anos em decorrência da expansão do pólo sojeiro e agropecuário sobre área ao sul do estado. Este processo de expansão, apoiado política e financeiramente pelos governos estaduais e federal, via de regra está assentado em um modelo já clássico de ocupação do solo rural brasileiro: grilagem + violência + assassinatos + concentração fundiária + pauperização + impunidade + grilagem.
Hoje já se contabilizam varias mortes de lideranças de trabalhadores rurais do sul do estado que foram brutal e covardemente assassinadas por lutarem por terra. O agricultor Gedeão da Silva, morto em 2006, era uma das centenas de trabalhadores rurais que estão sendo vítimas deste processo de ocupação irracional e delinqüente da Amazônia, onde a monocultura e a pecuária extensiva têm promovido a expulsão de comunidades rurais formadas por posseiros, assim como o desmatamentos, assoreamento e poluição de rios, contaminação e compactação do solo e outros tipos de degradação ambiental. Gedeão Silva, dirigente do Sindicato de Trabalhadores Rurais do Sul de Lábrea, foi emboscado e assassinado no dia 26 de fevereiro de 2006.
As autoridades ligadas à questão agrária (INCRA, ITEAM, SDS, MDA) e segurança pública (Secretaria de Segurança Publica do Amazonas, Policia Federal, Ministério da Justiça, Secretaria Nacional de Direitos Humanos) já sabiam há muito tempo que a tensão social no sul do Amazonas, em decorrência de conflitos agrários, alcançara níveis explosivos.Na verdade, a morte do agricultor Gedeão da Silva é mais uma das dezenas de mortes anunciadas anualmente em decorrência da violência rural. Gedeão da Silva era uma das nove pessoas incluídas na lista dos marcados para morrer em Lábrea. Depois de Gedeão outros já foram mortos e nada, absolutamente nada foi feito.
Estes conflitos possuem uma espécie de “invisibilidade” na medida em que não são pautados pela grande mídia. No entanto eles existem e, pior, estão se agravando vertiginosamente nos últimos anos em decorrência da expansão do pólo sojeiro e agropecuário sobre área ao sul do estado. Este processo de expansão, apoiado política e financeiramente pelos governos estaduais e federal, via de regra está assentado em um modelo já clássico de ocupação do solo rural brasileiro: grilagem + violência + assassinatos + concentração fundiária + pauperização + impunidade + grilagem.
Hoje já se contabilizam varias mortes de lideranças de trabalhadores rurais do sul do estado que foram brutal e covardemente assassinadas por lutarem por terra. O agricultor Gedeão da Silva, morto em 2006, era uma das centenas de trabalhadores rurais que estão sendo vítimas deste processo de ocupação irracional e delinqüente da Amazônia, onde a monocultura e a pecuária extensiva têm promovido a expulsão de comunidades rurais formadas por posseiros, assim como o desmatamentos, assoreamento e poluição de rios, contaminação e compactação do solo e outros tipos de degradação ambiental. Gedeão Silva, dirigente do Sindicato de Trabalhadores Rurais do Sul de Lábrea, foi emboscado e assassinado no dia 26 de fevereiro de 2006.
As autoridades ligadas à questão agrária (INCRA, ITEAM, SDS, MDA) e segurança pública (Secretaria de Segurança Publica do Amazonas, Policia Federal, Ministério da Justiça, Secretaria Nacional de Direitos Humanos) já sabiam há muito tempo que a tensão social no sul do Amazonas, em decorrência de conflitos agrários, alcançara níveis explosivos.Na verdade, a morte do agricultor Gedeão da Silva é mais uma das dezenas de mortes anunciadas anualmente em decorrência da violência rural. Gedeão da Silva era uma das nove pessoas incluídas na lista dos marcados para morrer em Lábrea. Depois de Gedeão outros já foram mortos e nada, absolutamente nada foi feito.
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